ESTRANHOS

Vigiamo-nos.
Nada mais é natural.
No perde-e-ganha, jogo insosso e agudo, sofremos.
E, sós, não imaginamos saídas.
Tocamo-nos, mas com a cisma de um estrangeiro
                                adentrado a uma terra estranha.

Nossas casas ─ lares não mais ─
guardam o torpor dos nossos corpos.

E o tempo escorre sua toda aridez no nosso sangue.


│Poema da Série “Medo” – Autor: Webston Moura│

Comentários

OS 10 POSTS MAIS VISITADOS DOS ÚLTIMOS 30 DIAS

ÁGUAS SOB O SOL

MUTIRÃO #3

MÚSICA PARA FUGIR DO CAOS

O VENTO SOBRE AS ÁGUAS

RECESSO

POEMAS DE LEONAM CUNHA

CAVALO

ESCREVIVÊNCIAS: LIVRO DE VIDAS IMAGINOGRAFADAS

TEUS NOMES

UM POEMA DE LÍLIA TAVARES