INFINITOS DE MIM

Que esta folha em branco não me seja naufrágio.
Preciso escrever uma carta, testemunhar o instante.

Marujo, deixo continentes encostados à espera.
Trago sal às palavras, todas grávidas de viagens.

Ao mar, infinitos de mim.


│Poema da Série “Mar” – Autor: Webston Moura│


Comentários

OS 10 POSTS MAIS VISITADOS DOS ÚLTIMOS 30 DIAS

ÍMPAR

BORBOLETA

GRAÇA

CONFISSSÃO SOBRE A PALAVRA AUSENTE

MAIS

LUGARES DE SER

A SAUDADE-DÓ DA ASA PERDIDA

CATILINA

RUÍNAS